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Anvisa proíbe venda de canela em pó com pelo de roedor

Produtos barrados são de três marcas diferentes; em dois casos, análise detectou ainda fragmentos de insetos

Júlia Marques, O Estado de S. Paulo

03 Fevereiro 2017 | 15h51

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta sexta-feira, 3, a distribuição e comercialização de lotes de canela em pó de três marcas depois que testes laboratoriais identificaram a presença de pelo de roedor.

A resolução impede a comercialização do lote 3855 da marca Fã, distribuído pela empresa Junco; do lote 1607, da marca Sacy; e do lote 01/06MP, da marca Pachá. 

As decisões, publicadas no Diário Oficial da União, sustentam que foram considerados laudos emitido pelo Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias.

No caso das marcas Fã e Sacy, foram detectados ainda fragmentos de insetos nas análises. Segundo os laudos, a matéria estranha acima dos limites de tolerância estabelecido é "indicativa de risco à saúde humana". 

A Anvisa determinou ainda que as empresas recolham os lotes dos produtos citados.

Em nota, a Junco explicou que já providenciou a retirada dos produtos contaminados do mercado e se colocou "à disposição para mais esclarecimentos e auxílio com qualquer transtorno". 

Procurada, a Indústria e Comercio de Temperos Sacy informou que os produtos foram recolhidos e os clientes, informados da proibição.

A reportagem não conseguiu contato com a Arcos Comércio Importação Ltda, que distribui o produto da marca Pachá. 

 

 

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