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Britânico que contraiu Ebola recebe alta após tratamento em Londres

O Estado de S. Paulo

03 Setembro 2014 | 11h 15

William Pooley, de 29 anos, recebeu o medicamento experimental ZMapp; epidemia que atinge o oeste da África matou 1.552 pessoas

LONDRES - O britânico William Pooley, de 29 anos, que contraiu o vírus Ebola na África Ocidental no mês passado, recebeu alta nesta quarta-feira, 3, depois de um tratamento com o medicamento experimental ZMapp. Ele estava internado há 10 dias, em uma área isolada do Royal Free Hospital, em Londres. 

Em uma coletiva de imprensa, Pooley disse que foi abençoado com a cura. "Tive sorte de muitas maneiras", afirmou. "Em primeiro lugar, com o nível de cuidado que recebi no hospital, que é um mundo a parte do que as pessoas estão recebendo na África Ocidental neste momento, apesar de todos os esforços das organizações", explicou.

"Outra grande diferença em comparação com a maioria dos casos do Ebola é que meus sintomas nunca avançaram para as piores fases da doença. Tive sintomas muito desagradáveis, mas nada comparado com os estágios avançados", ponderou. 

Governos e organizações da área da saúde e assistência têm lutado para conter o vírus nos últimos meses. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1.552 pessoas morreram desde março.

O medicamento experimental ZMapp é um dos tratamentos em desenvolvimento para a cura do Ebola. Mesmo sem testes prévios em humanos, o remédio foi utilizado, com sucesso, na cura de dois norte-americanos que contraíram o vírus enquanto trabalhavam na Libéria.

Outras drogas estão em estágio final de elaboração. A empresa britânica GlaxoSmithKline deve lançar uma vacina ainda nesta semana. Até o fim do ano, a NewLink Genetics também promete disponibilizar um novo medicamento.

Epidemia. Na terça-feira, 2, autoridades americanas, representadas pelo Centro Americano de Controle de Doenças (CDC), advertiram que há riscos da epidemia do vírus Ebola saia do controle. O temor dos especialistas é porque o número de mortes vem saindo vem aumentando em ritmo acelerado. Recentemente, a OMS alertou que o número de infectados pelo vírus pode atingir a marca de 20 mil antes que se combata com sucesso o avanço da doença./REUTERS

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