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Campinas (SP) aprova pulseira antissequestro de bebês em hospitais

Equipamento eletrônico deverá ser colocado no pulso dos recém-nascidos e de suas mães

Fabiana Marchezi, do estadão.com.br

13 Maio 2010 | 11h50

SÃO PAULO - A Câmara Municipal de Campinas, interior de São Paulo, aprovou na última segunda-feira, 10, um projeto que obriga as maternidades e hospitais, sejam eles públicos ou privados, a implantar a pulseira antissequestro, um equipamento eletrônico que deverá ser colocado no pulso dos recém-nascidos e de suas mães e das crianças internadas.

 

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De acordo com a Câmara, a proposta, do vereador Tadeu Marcos (PTB), pretende evitar, entre outros transtornos, que ocorram sequestros de crianças. A pulseira será composta por um sensor de alarme e afixado em um dispositivo. Ele será colocado no recém-nascido ou criança internada, cujo fecho só poderá ser aberto por funcionários devidamente autorizados.

 

Além disso, todas as portas de entrada e saída da instituição de saúde deverão conter dispositivos que acionem o alarme. A função do equipamento de segurança será alertar os funcionários dos hospitais e maternidades sobre a saída dos recém-nascidos e suas mães das dependências das unidades de saúde, sem a devida autorização dos médicos responsáveis.

 

A proposta agora deve ser encaminhada para a sanção do prefeito, Dr. Hélio de Oliveira Santos (PDT).

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