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Carla Bruni promove campanha de prevenção da aids em Benin

Primeira-dama francesa expressou esperança que antes de 2015 todas as crianças nasçam sem o HIV

Efe,

28 Janeiro 2010 | 12h03

A primeira-dama francesa, Carla Bruni, embaixadora do Fundo Mundial para a luta contra a Aids, a Tuberculose e a Malária, expressou nesta quinta-feira, 28, sua esperança que antes de 2015 todas as crianças nasçam sem o HIV graças aos programas de prevenção da transmissão da aids de mães a filhos.

 

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Nesta quarta-feira, Bruni visitou em Benin o centro especializado no hospital diocesano "Auberge de l'Amour Rédempteur", financiado parcialmente pelo Fundo Mundial, na aldeia de Dangbo, a cem quilômetros de Cotonou, a capital econômica do país.

 

A esposa do presidente francês viaja acompanhada de Melinda Gates, representante da Fundação Bill e Melinda Gates, um dos grandes doadores do Fundo Mundial de luta contra a Aids, a Tuberculose e a Malária, e Michel Kazatchkine, diretor da organização.

 

Segundo as estatísticas divulgadas pelo hospital, em 2009 foram atendidos 2.518 menores de 5 anos, dos quais 18 foram diagnosticados com o vírus. De um total de 2.514 adultos, 302 também estavam com a doença. Em 1.785 consultas obstétricas realizadas 33 mulheres estavam infectadas pelo HIV de um total de 566 grávidas.

 

"Visitas como esta nos permitem apreciar o trabalho realizado por um país financiado pelo Fundo Mundial e Benin mostra que está muito bem organizado e ativo", disse Carla Bruni, quem assinalou que os centros criados neste país brindam "muita esperança".

 

"Pela primeira vez, graças ao Fundo Mundial vemos um horizonte na janela", disse a primeira-dama francesa, que na terça-feira foi recebida pelo presidente beninense, Boni Yayi.

 

Conforme o Fundo Mundial, Benin conquistou grandes avanços na luta contra a aids depois da integração da saúde materna e a prevenção da transmissão de mães a filhos no programa de saúde do país.

 

Benin, onde o primeiro caso de aids foi diagnosticado em 1985, tem uma taxa de prevalência do vírus de imunodeficiência humana (HIV) de 1,2% da população - calculada em 8,5 milhões de habitantes - pelas as estatísticas do Ministério beninense de Saúde.

 

Por esses dados, 1.266 mulheres grávidas infectadas com o HIV se beneficiaram do programa no país, onde 313 de um total de 600 centros de saúde oferecem os serviços do Programa graças ao apoio do Fundo Mundial.

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