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Comitê Olímpico dos EUA nega sugestão a atletas para evitar Rio por medo do zika

Em nota oficial, entidade garante que não impedirá atletas de competirem no Brasil, caso sejam qualificados

Claudia Trevisan, Estadão Conteúdo

08 Fevereiro 2016 | 20h31

O Comitê Olímpico dos Estados Unidos negou nesta segunda-feira que tenha sugerido a atletas preocupados com o vírus zika que considerassem a possibilidade de não ir aos Jogos do Rio em agosto. Em nota oficial, a entidade disse que não impedirá atletas de competirem no Brasil, caso sejam qualificados. O texto classificou de "100% incorretas" reportagens segundo as quais o comitê teria aconselhado os atletas que temem a doença a reconsiderarem sua participação no campeonato.

O porta-voz do Comitê Olímpico, Mark Jones, afirmou que o assunto foi discutido no fim de janeiro durante uma teleconferência regular da entidade com federações esportivas. Segundo ele, foi analisada a situação de funcionários das entidades que planejam ir ao Brasil e não a de atletas. "O Time USA aguarda com ansiedade os Jogos", disse a nota da instituição.

Na teleconferência, as federações esportivas receberam informações sobre as orientações do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) sobre o zika. A instituição do governo americano orienta mulheres grávidas a adiarem viagens a áreas afetadas pelo vírus. Também recomenda que as que pretendam engravidar consultem seus médicos sobre planos de viagem. Mas Jones ressaltou que a discussão girava em torno de funcionários das entidades esportivas e não dos atletas.

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