Economia na Farmácia Popular pode chegar a 90%, aponta estudo

Fundação Oswaldo Cruz analisou medicamentos para hipertensão e diabete em 30 municípios brasileiros

Agência Estado

23 Julho 2010 | 10h32

SÃO PAULO - Um estudo elaborado por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta que a economia na compra de medicamentos nas farmácias populares do Brasil pode chegar a 90%.

Os remédios analisados foram captopril (25mg) e hidroclorotiazida (25mg), para hipertensão, e metformina (500mg) e glibenclamida (5mg), para diabete, segundo a agência de notícias da Fiocruz. De acordo com o levantamento, os altos preços praticados pelo setor privado contribuem para que o programa seja uma alternativa de acesso a medicamentos no País.

Os estabelecimentos avaliados em 30 municípios brasileiros eram públicos, privados, de modalidades próprias - como os administrados pelo Ministério da Saúde e pela Fiocruz - e privados sem fins lucrativos.

As farmácias privadas credenciadas pelo ministério que oferecem medicamentos de seus estoques também fizeram parte do estudo. Os pesquisadores usaram uma metodologia desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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