Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Entenda as diferentes abordagens de tratamento para dependentes químicos

Saiba quais são as linhas consideradas pela literatura médica

Fabiana Cambricoli, O Estado de S.Paulo

10 Junho 2017 | 16h33

- Ambulatorial

Paciente não fica internado, mas é acompanhado periodicamente em consultas com médicos e psicólogos que definem o melhor projeto terapêutico para cada indivíduo, que pode incluir terapia individual ou em grupo e uso de medicamentos. No SUS, esse tratamento é oferecido nos Centros de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas (Caps-AD).

- Desintoxicação

Paciente fica internado de um a dois meses para a fase de desintoxicação química, em que recebe cuidados para eventuais problemas físicos decorrentes do vício, como infecções, e medicamentos para diminuir os sintomas da abstinência. Também há atendimento psicológico.

- Comunidade terapêutica

Unidade que busca reproduzir como será a retomada da vida social do dependente. Geralmente prevê internações mais longas, de seis meses, em média, nas quais os pacientes são estimulados, por meio do trabalho e de outras atividades, a reconquistar sua autonomia. Também é nesse período que tentam restabelecer os vínculos familiares.

- Moradia assistida

Indicada principalmente para quem não tem família, é uma espécie de república para ex-usuários de drogas, em que a principal regra é a abstinência. Nela, os usuários ficam livres para sair para trabalhar e estudar e têm a responsabilidade pelos cuidados com a casa.

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