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Governo de SP lança programa de reprodução assistida para soropositivos

estadão.com.br

04 Maio 2010 | 11h 56

Método reduz a menos de 1% as chances de transmissão vertical, da gestante para o filho

SÃO PAULO - A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo lançou nesta terça-feira, 4, o Programa de Reprodução Assistida para Soropositivos, que ajudará casais soropositivos e casais sorodiscordantes (em que uma das pessoas é soropositiva e a outra não) a reduzirem ao máximo a chance de transmissão vertical (da gestante para o filho) ou mesmo de que ocorra infecção entre os parceiros durante a tentativa de gravidez.

 

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"Queremos propiciar uma concepção segura, sem riscos de infecção do parceiro soronegativo no caso dos casais sorodiscordantes ou sem risco de re-infecção para casais onde ambos sejam soropositivos para o HIV", afirma Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DSTAids-SP.

 

Segundo a Secretaria de Saúde, na quase totalidade dos serviços de reprodução assistida no Brasil, o fato de ser portador de HIV é um critério de exclusão dos pacientes. Nos casos de casais em que ambos são soropositivos, será realizada a inseminação artificial após a aplicação da técnica de lavagem de esperma. No caso em que o homem é soropositivo e a mulher, não, também é feita a inseminação artificial após a lavagem de esperma. Nos casais em que apenas a mulher é soropositiva é realizada a inseminação artificial.

 

Em todos os casos, o procedimento deverá ser realizado quando a carga viral dos pacientes estiver baixa ou indetectável. "Se uma mulher soropositiva quiser engravidar, ela deve ser informada sobre o melhor momento e os modos para que isso ocorra com os menores riscos", disse Rosa Alencar Souza, do CRT.

 

Uma gravidez programada permite, além da escolha do melhor momento clinico, uma adequação dos antiretrovirais prescritos, considerando o esquema mais adequado para a paciente e para a profilaxia da transmissão vertical.

 

O Serviço de Reprodução Assistida para pessoas vivendo com HIV localiza-se no CRT DST-AIDS (Rua Santa Cruz, 81, Vila Mariana, São Paulo). O atendimento ocorre às quintas-feiras, a partir das 7h30.

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