Adriana Moreira/Estadão
Adriana Moreira/Estadão

Inhotim passa a exigir certificado de vacinação contra febre amarela

Brumadinho, município da Grande Belo Horizonte onde se localiza instituto, já registrou uma morte por causa da doença

Leonardo Augusto, especial para o Estado

18 Janeiro 2018 | 18h38

BELO HORIZONTE - O Instituto Inhotim vai proibir a entrada de quem não tenha se vacinado contra a febre amarela há pelo menos dez dias. A partir de terça-feira, 23, todos os visitantes do museu, que fica em Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, terão que comprovar a imunização apresentando cartão de vacinação. O município em que está localizado Inhotim já registrou uma morte por febre amarela no período entre julho de 2017 até agora, conforme informações da Secretaria de Estado de Saúde.

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A conferência do cartão será feita ainda no estacionamento. Segundo o diretor-executivo do Inhotim, Antonio Grassi, a exigência do cartão de vacinação ocorrerá a partir da terça para que haja tempo necessário de informação aos visitantes.

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"Temos também que treinar pessoal para fazer o trabalho de conferência dos cartões", disse Grassi.

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O Inhotim funciona em área de 140 hectares com matas e lagos. Conforme informações do museu, não foi identificado nenhum caso de febre amarela no espaço em que funciona.

O instituto informou que continua tomando todas as medidas preventivas necessárias para combater a febre amarela, o que faz em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde. Entre as medidas estão oferecimento de repelentes aos visitantes, campanha de vacinação de funcionários e monitoramento de animais e controle da água dos lagos. 

"Estamos atentos a todo esse cenário", afirmou o diretor-executivo do Inhotim.

 

 

 

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