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'Não faltarão recursos para combate à zika', diz ministro da Fazenda

Nelson Barbosa participou do dia de mobilização nacional contra a doença; segundo ele, deter o vírus é prioridade nacional

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Bernardo Caram,
Especial para o Estado

13 Fevereiro 2016 | 11h07

BELO HORIZONTE - Em um momento de aperto fiscal e incerteza sobre cortes no Orçamento federal, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou na manhã deste sábado, 13, que o combate ao zika vírus é uma prioridade nacional e que não faltarão recursos para ações de prevenção, informação e tratamento dos atingidos.

O ministro esteve em Belo Horizonte como parte de uma campanha promovida pelo governo federal. Segundo ele, os números do Orçamento de 2016, que devem trazer cortes de despesas e detalhar o volume de recursos disponível para esse trabalho do Ministério da Saúde, serão anunciados nos próximos dias. "Nós vamos cortar em outras coisas, vamos preservar os recursos necessários para combater essas doenças", ressaltou.

Após se negar a tecer comentários sobre o cenário econômico, Barbosa afirmou que o governo trabalha em três frentes de combate ao problema de saúde pública: parcerias com organismos internacionais para o desenvolvimento de uma vacina contra o zika vírus, combate à reprodução do mosquito Aedes aegypti e assistência às pessoas afetadas pela doença.

"Estamos avaliando exatamente o orçamento deste ano. Os recursos para combater a epidemia, combater a dengue, combater a zika, a chikungunya estão preservados no Orçamento", reafirmou.

Ao lado do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, e do secretário de Governo de Minas Gerais, Odair Cunha, Barbosa visitou um posto de saúde e três casas consideradas bons exemplos de prevenção na região leste da capital mineira. Em Belo Horizonte, não houve registro de casos do zika vírus, mas 2.383 pessoas foram confirmadas com dengue somente neste ano.

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