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Noroeste paulista soma dez mortes por H1N1 e antecipa vacinação

- Atualizado: 09 Março 2016 | 19h 02

Na região, 18 cidades tiveram casos confirmados; unidades de saúde estão com alta demanda

Em 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu alerta de pandemia do H1N1 por considerar a situação alarmante

Em 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu alerta de pandemia do H1N1 por considerar a situação alarmante

SOROCABA - Mais duas mortes causadas pela gripe H1N1 foram confirmadas nesta terça-feira, 8, na região noroeste do Estado de São Paulo. Com esses, subiu para dez o número de óbitos na região este ano. A Secretaria da Saúde do Estado decidiu antecipar a vacinação contra a doença nas cidades afetadas. As últimas vítimas estavam internadas no Hospital de Base de São José do Rio Preto. Uma delas, um homem de 51 anos, era morador dessa cidade. A outra vítima residia em Icém, cidade da região.

Na semana passada, a doença, também conhecida como gripe suína, vitimou um menino de seis anos, portador de câncer. Outros três pacientes estão internados no hospital de Rio Preto com diagnóstico da gripe. Na região, 18 cidades tiveram casos confirmados - um total de 87. Só em Catanduva são 32 casos e unidades de saúde, que atendem também casos de dengue, zika e febre chikungunya, estão com alta demanda. Em alguns postos, é feita a distribuição de máscaras higiênicas.

A campanha de vacinação contra a gripe na região estava prevista para abril, mas a Secretaria quer iniciar os trabalhos no próximo dia 23, porém, depende da liberação do imunizante pelo Ministério da Saúde. O público-alvo ainda não foi definido, mas deve incluir crianças, gestantes, idosos, profissionais de saúde, portadores de doenças crônicas, presos e funcionários do sistema penal.

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