1. Usuário
Assine o Estadão
assine
  • Comentar
  • A+ A-
  • Imprimir
  • E-mail

Número de casos de dengue sobe 46% no País neste ano

- Atualizado: 18 Março 2016 | 14h 10

Foram reportadas 495.266 ocorrências suspeitas da doença; MG e SP são os Estados com a maior quantidade de notificações

SÃO PAULO - Após viver a pior epidemia de dengue da sua história em 2015, o País já registra nos primeiros meses de 2016 números ainda piores do que os do ano passado. De janeiro até a primeira semana de março, foram notificados ao Ministério da Saúde 495.266 casos prováveis da doença, alta de 46% em relação ao mesmo período de 2015, quando 337.738 suspeitas foram reportadas.

A informação foi dada na manhã desta sexta-feira, 18, pelo diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do ministério, Claudio Maierovitch, em simpósio sobre o vírus zika realizado pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika, da dengue e da chikungunya

O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika, da dengue e da chikungunya

O diretor afirmou que ainda não é possível saber se a epidemia deste ano será ainda pior do que a do ano passado, mas afirmou que a ocorrência de surtos em anos consecutivos tem surpreendido, já que anteriormente era comum observar dois ou três anos de baixa após um ano de grande surto. "Temos ficado espantados com o aumento da frequência de grandes epidemias", disse.

O número atual de registros de dengue é quase o triplo do informado no último boletim divulgado pelo ministério, com dados até a quinta semana do ano, quando haviam sido notificados 170 mil casos.

Dicas para evitar o mosquito 'Aedes aegypti'
James Gathany/CDC/AP
'Aedes aegypti'

O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya; veja a seguir dicas para evitá-lo

De acordo com Maierovitch, Minas Gerais e São Paulo são os dois Estados com o maior número de casos de dengue neste ano.

Comentários

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Estadão.
É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Estadão poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os criterios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Você pode digitar 600 caracteres.

Mais em SaúdeX