País reduziu total de casos, mas não deve atingir meta

RIO - A mortalidade materna tem caído no País, mas dificilmente o Brasil cumprirá uma das Metas do Milênio estabelecidas pela ONU - reduzir até 2015 a razão dessa mortalidade em 35 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Em 2002, essa proporção era de 77,9 por 100 mil. Baixou para 63,8 por 100 mil, em 2011.

Clarissa Thomé, O Estado de S. Paulo

22 Março 2014 | 18h01

Em nota, o Ministério da Saúde informou que tem investido em estratégias para reduzir a mortalidade materna. A principal delas é a Rede Cegonha, criada em 2011 "com objetivo de intensificar a assistência à saúde de mães e bebês, desde o planejamento reprodutivo até o segundo ano de vida da criança".

No primeiro ano do programa, houve queda de 6,2% no número de óbitos decorrentes de complicações na gravidez e no parto. "As ações contemplam a expansão e a qualificação do pré-natal, das maternidades, leitos, centros de parto normal e casas da gestante, do bebê e puérpera." Até o fim do ano, R$ 9,4 bilhões serão investidos para a construção dessa rede.

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