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Site pede doações para crianças com a má-formação

- Atualizado: 17 Janeiro 2016 | 13h 35

Para ajudar famílias, foi criado o site Cabeça e Coração, que quer conectar os pais de crianças com a má-formação a pessoas que possam ajudar com doações em dinheiro, roupas, alimentos e outros objetos

SÃO PAULO - Assim como Jaqueline, mãe de Laura e Lucas, muitas mulheres ficam sem ter como trabalhar após a chegada de uma criança com microcefalia, que exige mais tempo e cuidado.

Para ajudar essas famílias, foi criado o site Cabeça e Coração, que quer conectar os pais de crianças com a má-formação a pessoas que possam ajudar com doações em dinheiro, roupas, alimentos e outros objetos.

“A criança tem de fazer terapias várias vezes por semana, além de precisar de cuidados especiais por toda a vida. Assim, a renda dos pais diminui – e isso pode trazer dificuldades diversas. É aí que entra a sua ajuda”, diz o texto de apresentação do site, de iniciativa da jornalista Maria Clara Vieira, da estudante Maria Julia Vieira e da economista Cida Nicolau. 

O projeto já reúne seis casos de crianças nascidas recentemente com o problema
O projeto já reúne seis casos de crianças nascidas recentemente com o problema

O projeto já reúne seis casos de crianças nascidas recentemente com o problema. Na página, é possível conhecer um pouco a história do bebê e da família e saber o que cada um está precisando. No caso de Jaqueline, ela pede apenas latas de leite e roupinhas de calor para os bebês.

A página traz o endereço das famílias para quem quiser enviar as doações por correio e os dados da conta bancária da mãe, para quem preferir colaborar com alguma quantia em dinheiro. Até agora, já publicaram suas histórias mães de São Paulo, Pernambuco, Sergipe e Minas Gerais. Para ajudar, acesse a página do projeto no Facebook ou o site: cabecaecoracao.com.

Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, 21 unidades da federação já registraram casos de microcefalia suspeitos de relação com o zika vírus. Desde outubro, foram relatados 3.530 bebês nascidos com o problema.

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