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'Um mosquito não pode derrotar 204 milhões de pessoas', diz Dilma

- Atualizado: 19 Fevereiro 2016 | 14h 44

Presidente comparou o combate ao 'Aedes' com as dificuldades econômicas e afirmou que a união do País determinará a superação

SÃO PAULO - A presidente Dilma Rousseff comparou nesta sexta-feira, 19, o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chikungunya e da zika, com as dificuldades econômicas enfrentadas pelo Brasil e afirmou que, nos dois casos, a união dos brasileiros determinará a superação dos obstáculos. 

"Um mosquito não pode derrotar 204 milhões de pessoas. Somos muito mais fortes", disse. "Da mesma forma, hoje enfrentamos dificuldades no País e, juntos, vamos superar. Esse País vai crescer, gerar empregos e continuar fazendo programas como o Minha Casa Minha Vida", afirmou a presidente, durante cerimônia de entrega de residências do programa habitacional, em Petrolina, no interior de Pernambuco.

'Até criar, produzir e distribuir a vacina, temos que combater o vírus e o único jeito é matar o mosquito e não deixá-lo nascer', afirmou a presidente Dilma Rousseff

'Até criar, produzir e distribuir a vacina, temos que combater o vírus e o único jeito é matar o mosquito e não deixá-lo nascer', afirmou a presidente Dilma Rousseff

A presidente afirmou ainda que o governo usará "todos os recursos" para garantir a vacina contra o vírus zika, mas alertou para a necessidade de combater o mosquito. "Até criar, produzir e distribuir a vacina, temos que combater o vírus e o único jeito é matar o mosquito e não deixá-lo nascer", afirmou.

A presidente anunciou que ainda na tarde desta sexta-feira irá a uma escola na cidade de Juazeiro, na Bahia, participar de uma ação da campanha "Zika Zero nas Escolas". "Hoje, eu e todos os ministros vamos visitar escolas para explicar o combate ao vírus da zika", disse.

Veja quais países terão mais prejuízo com o zika vírus
Andrea de Silva/Reuters
19º - Guiana

Após declarar que o zika vírus é uma emergência mundial, a OMS (Organização Mundial da Saúde) emitiu um alerta para 25 países da América do Sul, América e Central e Caribe (incluindo o Brasil) que irão receber milhares de turistas neste ano. Como resultado, esses países devem perder bilhões de dólares em verba vinda do turismo. A Guiana prevê um prejuízo de US$ 77 milhões

Na agenda da presidente, está prevista também a visita a uma fábrica que desenvolve mosquitos transgênicos esterilizados, usados para limitar a reprodução do Aedes aegypti. De volta a Brasília, a presidente se reúne, às 19 horas, no Palácio do Planalto, com o patriarca Kirill, da Igreja Ortodoxa Russa.

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