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Robert Stuckert Filho/PR/Divulgação

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SÃO PAULO

'Um mosquito não pode derrotar 204 milhões de pessoas', diz Dilma

Presidente comparou o combate ao 'Aedes' com as dificuldades econômicas e afirmou que a união do País determinará a superação

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Álvaro Campos e Mário Braga,
O Estado de S. Paulo

19 Fevereiro 2016 | 14h44

SÃO PAULO - A presidente Dilma Rousseff comparou nesta sexta-feira, 19, o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chikungunya e da zika, com as dificuldades econômicas enfrentadas pelo Brasil e afirmou que, nos dois casos, a união dos brasileiros determinará a superação dos obstáculos. 

"Um mosquito não pode derrotar 204 milhões de pessoas. Somos muito mais fortes", disse. "Da mesma forma, hoje enfrentamos dificuldades no País e, juntos, vamos superar. Esse País vai crescer, gerar empregos e continuar fazendo programas como o Minha Casa Minha Vida", afirmou a presidente, durante cerimônia de entrega de residências do programa habitacional, em Petrolina, no interior de Pernambuco.

A presidente afirmou ainda que o governo usará "todos os recursos" para garantir a vacina contra o vírus zika, mas alertou para a necessidade de combater o mosquito. "Até criar, produzir e distribuir a vacina, temos que combater o vírus e o único jeito é matar o mosquito e não deixá-lo nascer", afirmou.

A presidente anunciou que ainda na tarde desta sexta-feira irá a uma escola na cidade de Juazeiro, na Bahia, participar de uma ação da campanha "Zika Zero nas Escolas". "Hoje, eu e todos os ministros vamos visitar escolas para explicar o combate ao vírus da zika", disse.

Na agenda da presidente, está prevista também a visita a uma fábrica que desenvolve mosquitos transgênicos esterilizados, usados para limitar a reprodução do Aedes aegypti. De volta a Brasília, a presidente se reúne, às 19 horas, no Palácio do Planalto, com o patriarca Kirill, da Igreja Ortodoxa Russa.

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