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Tecnologias avançadas são importantes. Mas constituem apenas um dos múltiplos aspectos que garantem a excelência no cuidado dos pacientes

Einstein, Media Lab Estadão
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20 de dezembro de 2020 | 08h00

Tecnologias avançadas são importantes. Mas constituem apenas um dos múltiplos aspectos que garantem a excelência no cuidado dos pacientes

O envelhecimento da população, o maior número de pessoas obesas, o sedentarismo e a alimentação inadequada são alguns ingredientes que vêm impulsionando o aumento de doenças crônicas, que afetam gravemente a qualidade de vida e até causam quadros agudos que colocam a vida em risco. Cardiologia, neurologia e ortopedia são algumas especialidades médicas que ocupam papel central nesse cenário, que coloca em perspectiva a importância da prevenção e do tratamento adequado.

Mas o que levar em conta ao buscar cuidados médico-hospitalares? As tecnologias avançadas? A especialização e qualificação dos profissionais de saúde? Os protocolos baseados em evidências científicas? As certificações internacionais? O atendimento humanizado? A abordagem multidisciplinar integrada? O forte envolvimento em atividades de pesquisa e ensino? Para o Einstein, a excelência no cuidado dos pacientes não depende de um ou de alguns desses fatores; depende de todos eles em conjunto. É a capacidade de coordenar todos esses elementos e de movimentar-se numa jornada de contínua evolução que assegura padrões de assistência comparáveis aos dos melhores hospitais do mundo. O Einstein, aliás, está entre eles. É o único hospital da América Latina no respeitado ranking dos 50 Melhores Hospitais do Mundo da revista Newsweek.

CARDIOLOGIA

As doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo, entre elas o temido infarto. E aqui quanto menor o tempo entre a chegada do paciente ao pronto-socorro e a realização do procedimento para desobstrução da artéria que está causando o infarto, melhor. “A diretriz internacional é que não ultrapasse 90 minutos. No Einstein, estabelecemos uma meta mais rígida, de apenas 60 minutos, e ela tem sido atingida, com tempos ainda menores, graças aos processos e às equipes preparadas para identificar e tratar o paciente de maneira rápida e eficiente”, afirma o Dr. Marcelo Franken, gerente médico de Cardiologia e Neurologia.

A desobstrução de artérias por cateterismo é um dos procedimentos minimamente invasivos realizados no Einstein. “Hoje mais de 90% das doenças cardiovasculares podem ser tratadas com medicamentos e intervenções minimamente invasivas, que permitem recuperação mais rápida e viabilizam o tratamento de pacientes mais fragilizados, como idosos que não podem ser submetidos à cirurgia ou bebês com cardiopatias congênitas, incluindo intervenções intrauterinas”, diz o Dr. Pedro Lemos, gerente médico do Centro de Intervenção em Cardiologia.

“Somos referência no Brasil nesse tipo de intervenção. Temos parcerias científicas internacionais e somos um polo preferencial para a realização de procedimentos envolvendo novos dispositivos, como próteses valvares”, acrescenta o Dr. Rodrigo Gobbo, diretor médico do Centro de Intervenção.

No País, o Einstein também é pioneiro na realização de cirurgias cardíacas robóticas.

ORTOPEDIA

Num País com expectativa de vida crescente, as artroses – desgaste de articulações como as de quadril e joelho – tendem a afetar mais pessoas. Além de médicos altamente especializados e tecnologia atualizada, outro fator tem permitido aos pacientes do Einstein ficar menos tempo internados e retomar mais precocemente às atividades: informação. Isso inclui folhetos detalhados do pré ao pós-operatório e acompanhamento multiprofissional, com visita prévia à casa do paciente para orientar sobre adaptações necessárias e outra depois da alta.

“A informação dá mais segurança ao paciente. Graças a isso e a novos fluxos, reduzimos a dois ou três dias o período de internação nas artroplastias de quadril ou joelho e a um dia as de ombro”, explica o Dr. Mário Lenza, gerente médico da Ortopedia do Einstein. Além dos custos, as internações prolongadas e a imobilidade do paciente envolvem riscos, como a ocorrência de trombose.

Em relação à coluna, cirurgias endoscópicas ganham terreno no tratamento de estreitamento do canal e de hérnia de disco. E tecnologias como o aparelho de navegação que permite uma visão espacial em 360 da coluna agregam mais precisão e segurança em procedimentos para correção de deformidades e artrodese (fixação de vértebras).

Depois dos tratamentos ortopédicos, os pacientes são monitorados por meio de questionários que, além do nível de satisfação, avaliam recuperação das funções, alívio da dor e qualidade de vida. Os resultados contribuem para a melhoria contínua dos processos do Einstein.

NEUROLOGIA

Assim como no infarto, o fator tempo é crucial no atendimento dos casos de acidente vascular cerebral (AVC), principal urgência em neurologia. Isso exige equipes e estruturas preparadas para rapidamente identificar o problema e administrar a medicação para dissolver o coágulo ou removê-lo por meio de um procedimento minimamente invasivo. “A agilidade no tratamento é fundamental para reduzir o risco de morte ou de sequelas”, diz a neurologista Polyana Vulcano, da unidade semi-intensiva neurológica do Departamento de Pacientes Graves do Einstein.  “Já na chegada do paciente ao pronto-socorro, se forem identificados sinais, é acionado o Protocolo AVC, com mobilização de equipes para imediata realização dos exames e do tratamento mais adequado para cada caso. Igualmente importante é a reabilitação, que iniciamos com o paciente ainda internado na semi-intensiva”, completa ela.

Dentre os muitos diferenciais da Neurologia do Einstein, a médica aponta o Centro de Excelência em Esclerose Múltipla e Doenças Desmielinizantes, com equipes médica e multiprofissional especializadas e todos os recursos para proporcionar a esses pacientes atendimento integral – do diagnóstico ao tratamento. A estrutura permite inclusive que a pessoa receba ali as infusões de medicamentos, sem precisar de internação. Fisioterapia e terapia ocupacional completam a abordagem.

O mesmo conceito de cuidados integrados inspira o Departamento de Neurofisiologia – responsável pela avaliação de pacientes com epilepsia, doenças do sono e transtornos neuromusculares, por exemplo – e o Núcleo de Excelência em Memória, dedicado a diagnóstico, tratamento e reabilitação cognitiva.

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A agilidade no tratamento é fundamental para reduzir o risco de morte ou de sequelas
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Polyana Vulcano, departamento de Pacientes Graves do Einstein

 

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