Lindsey Wasson / Reuters
Lindsey Wasson / Reuters

Anvisa aprova teste de diagnóstico para covid desenvolvido pela UFMG

Exame é mais sensível para detectar o novo coronavírus, o que evitaria falsos negativos

Redação, O Estado de S.Paulo

05 de outubro de 2021 | 20h06

SÃO PAULO - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo teste para detecção da covid-19. Desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o produto, que é considerado rápido e de baixo custo, teve o registro publicado nesta segunda-feira, 4, no Diário Oficial da União (DOU).

Chamado Kit Elisa Covid-19 IgG, o teste é baseado no método de ensaio de imunoabsorção enzimática (Elisa, na sigla em inglês). Entre outras características que o fazem se destacar, está o fato de o teste ser mais sensível para detectar o novo coronavírus do que os exames rápidos, o que evitaria falsos negativos.

O novo teste ainda é considerado rápido e de baixo custo, além de conseguir detectar variantes do novo coronavírus presentes no Brasil e no mundo. Alguns exemplos são a P1 (conhecida como a variante de Manaus), a B.1.1.7 (inglesa) e a B.1.351 (africana).

A pesquisa recebeu apoio da RedeVírus, ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Informações (MCTI) de cerca de R$ 10 milhões. O Kit Elisa Covid-19 IgG tem também financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas (INCT-V) e foi integralmente desenvolvido pelo CT-Vacinas, da UFMG.

Segundo o MCTI, o escalonamento e produção estão sendo realizados pela Bio-Manguinhos da Fundação Oswaldo Fiocruz, vinculada ao Ministério da Saúde. /COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL

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