Anvisa interdita lote do anticoncepcional Ciclovulon

A pílula anticoncepcional Ciclovulon, fabricada pela empresa Sanval Comércio e Indústria, teve um de seus lotes interditados temporariamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida foi tomada depois da denúncia de uma consumidora que não teve seu ciclo menstrual interrompido, como era de se esperar. Por enquanto, não há notícias de consumidores que tenham engravidado durante o uso da pílula. Depois da denúncia, feita à vigilância sanitária da cidade gaúcha de Pedras Altas, amostras do contraceptivo foram enviadas para o Instituto Nacional de Controle e Qualidade em Saúde (INCQS). O laudo detectou irregularidades no rótulo e problemas na dissolução de Noretisterona abaixo do valor mínimo - o que compromete a eficácia do remédio. A medida da Anvisa é cautelar, com prazo de validade de 90 dias. Neste período, a empresa poderá apresentar uma contraprova - teste mostrando que o lote interditado (de número AK519) é eficaz. Caso isso ocorra, os lotes poderão ser colocados novamente à venda. A pílula, que leva em sua composição a associação de Etinilestradiol e Noretisterona, tem registro desde 1993. O Estado tentou entrar em contato com a empresa, mas sem sucesso. Funcionários não trabalharam hoje em razão das comemorações do aniversário da cidade de São Paulo.

Agencia Estado,

25 de janeiro de 2007 | 19h20

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