Anvisa suspende cosméticos e chás sem registros

Todos os cosméticos fabricados pelas empresas Comercial Malibu, Rhellva Indústria Embaladora e Comércio e Thayanne Comércio e Indústria de Cosméticos, do município de Mirabela, em Minas Gerais, tiveram a distribuição, o comércio e o uso suspensos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por não possuírem registro. Pelo mesmo motivo, a Agência também interrompeu temporariamente a fabricação, comércio e uso de outros 12 produtos: as águas sanitárias das marcas Da Boa, fabricada pela Oriente Indústria e Comércio, de Marabá (PA) e Obac, da empresa E.L.da Silva, de Porto Velho (RO); e o Alvejante de Roupas Gbig, produzido pela Imperquyl, de Imperatriz (MA). De acordo com informações do site da Anvisa, os produtos Maracujá Cápsulas, Boldo Cápsulas e os chás Boldo, Quebra-Pedra, Pata de Vaca, Maracujá, Sene e Zodoária, fabricados pela empresa Era Nova, de São Paulo (SP), estão proibidos de serem comercializados. Foram suspensos ainda todos os lotes do produto Hair Born, da empresa Drogafórmula Farmácia de Manipulação, de São Paulo. A empresa Prolix Indústria e Comércio, de Macapá (PA), também teve todos os seus produtos suspensos cautelarmente, por não possuir registro. As suspensões foram publicadas no "Diário Oficial da União" de terça-feira. Apreensão - Também por não possuírem registro, a Anvisa determinou a apreensão dos produtos Penismac, fabricado pela empresa Globalmed, de Vitória (ES); Body Belt, importado pela Pina Resende, de Belo Horizonte (MG) e o produto Hidratação Capilar Hidrolisado Siliconado Barros Minas, fabricado pela empresa Emdimmal, de Ipatinha (MG).

Agencia Estado,

17 de agosto de 2006 | 10h48

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