Tiago Queiroz/AE
Tiago Queiroz/AE

Aplicativo ajudou no diagnóstico de problema

Médico detectou problema a partir de dados armazenados pelo dispositivo

Wanise Martinez, estadao.com.br

10 de dezembro de 2011 | 17h00

 Fã incondicional dos aplicativos, a fisioterapeuta Carolina Carpi, de 26 anos, encontrou alívio no Period Tracker quando pensava ter um problema grave. "Eu estava sentindo dores estranhas na perna e resolvi levar ao médico todos os dados que salvo nesse aplicativo sobre meu ciclo menstrual para perguntar o que eu podia fazer", conta. "Descobri que isso ocorria sempre no período menstrual e fui orientada a fazer um acompanhamento regular do ciclo."

Esse é apenas um dos vários apps que ela utiliza no dia a dia. "Uso um para correr, que marca a velocidade e a quilometragem percorrida, outro que verifica meu sono, um terceiro que monitora os batimentos cardíacos e, por fim, um que conta calorias dos alimentos", diz. Isso sem contar o que acompanha o ciclo menstrual.

Apesar de ser instrutora de pilates, ela só não usa justamente os que ensinam posições da prática. "Não acho seguros porque podem causar lesões em quem tentar segui-los sem orientação adequada", diz.

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