Mike Segar/Reuters
Mike Segar/Reuters

Apple fecha lojas e escritórios na China por conta do surto de coronavírus

Empresa junta-se a outras gigantes do varejo como McDonald's e Starbucks

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de fevereiro de 2020 | 05h34

A Apple anunciou neste sábado, 1º, que fechará todas as suas lojas oficiais e escritórios corporativos na China continental até 9 de fevereiro, à medida que os temores sobre o surto de coronavírus aumentam e o número de mortos subiu para 250 na semana passada. "Com muita cautela e com base nos conselhos mais recentes dos principais especialistas em saúde, estamos fechando todos os nossos escritórios corporativos, lojas e centros de contato na China continental até 9 de fevereiro", afirmou a Apple em comunicado.

A empresa disse que espera reabrir as lojas "o mais rápido possível". No início desta semana, a Apple fechou três lojas na China devido a preocupações com a propagação do vírus. A empresa está se juntando a um punhado de varejistas no exterior, incluindo Starbucks e McDonald's, fechando temporariamente lojas como medida de precaução.

Enquanto isso, muitas outras empresas pediram que funcionários da China trabalhassem em casa e interrompessem viagens de negócios não essenciais na primeira semana de fevereiro. Normalmente, as empresas na China se preparam para retornar às operações normais após o final do feriado do ano novo lunar, que aconteceu na última semana.

A Apple continua fortemente dependente da China, tanto para vendas de smartphones quanto para sua cadeia de suprimentos e fabricação.  Muitas fábricas na província de Hubei, incluindo plantas administradas pela AB InBev e General Motors Co., suspenderam temporariamente a produção devido ao vírus. 

Em uma recente chamada de ganhos, o CEO da Apple, Tim Cook, disse que a empresa estava elaborando planos de mitigação para lidar com possíveis perdas de produção de seus fornecedores em Wuhan. A cidade onde o surto de vírus se originou é o lar de vários fornecedores da Apple. /REUTERS

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