Avanço do zika vírus e risco de epidemia preocupam municípios

Em encontro, Conselho de Secretários Municipais e a Secretaria de Saúde de São Paulo vão expor dificuldades no controle da doença

José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo

16 Dezembro 2015 | 22h17

SOROCABA - O avanço do zika vírus e a possível relação da doença com a microcefalia preocupam as prefeituras de São Paulo. Depois de enfrentar epidemias de dengue, as secretarias de saúde da maioria dos municípios têm dificuldade para definir protocolos em relação à nova moléstia transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. 

Em Campinas e Sorocaba, que têm casos suspeitos do zika vírus, as prefeituras estão reforçando os quadros de agentes para combater o mosquito transmissor e tratar os doentes. Campinas iniciou a convocação de mais 250 agentes de saúde e Sorocaba, o processo para contratar mais 120 servidores.

O Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, que representa 645 secretários de Saúde do Estado, e a Secretaria de Saúde do Município de São Paulo vão expor, nesta quinta-feira, 17, as dificuldades que enfrentam no controle das doenças e do transmissor.

De acordo com o presidente do Conselho, Stênio Miranda, também secretário de Saúde de Ribeirão Preto, há uma grande apreensão com a proliferação do mosquito Aedes aegypti em todo o Estado e com o risco de novas epidemias. O encontro será às 13 horas, no auditório da Secretaria Municipal de Promoção e Igualdade Racial, na capital.

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