Banco Mundial pede mais esforços na luta contra a aids

Instituição vê necessidade de melhorar eficácia dos programas de combate à doença nos países pobres

Efe,

02 Dezembro 2009 | 09h26

O Banco Mundial (BM) pediu nesta terça-feira, 1, para que haja um aumento nos esforços para prevenir a transmissão do vírus da aids e para melhorar a eficácia dos programas de tratamento e de combate à doença nos países em desenvolvimento.

 

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No Dia Mundial de Combate à Aids, o presidente do BM, Robert Zoellick, reconheceu as conquistas conseguidas em matéria de prevenção, cuidado e tratamento da doença, que afeta 33,4 milhões de pessoas no mundo.

 

No entanto, Zoellick enfatizou a necessidade de redobrar os esforços para reduzir o número de novos infectados e conseguir deter e reverter a epidemia, de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU.

 

"Intensificar os esforços para prevenir novos contágios é essencial se queremos garantir que o tratamento da aids seja sustentável", disse Zoellick em uma videoconferência a partir da Índia, na qual enfatizou a necessidade de "chegar a aqueles que correm mais risco de contrair e transmitir o vírus HIV".

 

Zoellick lembrou que uma das barreiras que é preciso superar para poder ajudar a conter a doença é superar o estigma e a discriminação sofridos pelas pessoas com HIV, algo que "diminuiu, mas não acabou".

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