Biossimilares trazem inovação e sustentabilidade ao setor de saúde
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Biossimilares trazem inovação e sustentabilidade ao setor de saúde

Medicamentos biológicos ampliam presença no mercado e promovem acesso a tratamentos de ponta para doenças complexas

Sandoz, Media Lab Estadão
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23 de julho de 2020 | 10h26

O conhecimento detalhado de como as células funcionam foi a chave para o avanço da biotecnologia e o desenvolvimento de medicamentos, a partir de moléculas capazes de agir de forma mais certeira em processos inflamatórios e em alguns tipos de câncer. A quimioterapia convencional, por exemplo, ao destruir as células cancerosas, acaba atacando também tecidos sadios. Já os medicamentos biológicos, produzidos a partir de organismos vivos, conseguem atuar em alvos específicos, no caso, o mecanismo de crescimento de tumores, reduzindo efeitos adversos da terapia. Nos dias 27, 28 e 29 de julho, das 9h às 11h, médicos especialistas e representantes de entidades reguladoras participarão da discussão “Biossimilares: sustentabilidade e inovação”, em evento online, que será transmitido ao vivo pelas mídias sociais do Estadão.

Tratamentos de outras doenças também foram beneficiados. Já no início da década de 1980, após anos de pesquisas e pesados investimentos, chegou-se a uma versão biotecnológica da insulina, quando o gene desse hormônio foi inserido no DNA de uma bactéria – um progresso considerável no tratamento de diabetes. De lá para cá, esse tipo de medicamento vem revolucionando o manejo de doenças autoimunes, nas quais o sistema imunológico trata estruturas do próprio organismo como invasores e, por isso, parte para o ataque.

Mas, muitas vezes, conquistas em pesquisa têm um custo que impossibilita o acesso a tratamento de qualidade a boa parte população. Nesse contexto, a expansão dos biossimilares representa uma oportunidade de oferecer alternativas inovadoras a um número maior de pessoas, além de estimular a concorrência e a competitividade no setor. Isso porque a transferência de tecnologia torna possível reproduzir medicamentos com a mesma sequência genética dos biológicos de referência, cuja patente expirou.

Sustentáveis e seguros

“Os biossimilares já estão no mercado global há mais de uma década e são usados para tratar doenças como câncer, doenças autoimunes, distúrbios endocrinológicos, hematológicos, renais e de pele”, diz Daniel Freire, diretor de Assuntos Médicos para a América Latina da Sandoz, divisão do Grupo Novartis, líder global em biossimilares e genéricos.

Eficazes e seguros, os biossimilares podem ser prescritos inclusive para pessoas que já faziam uso do medicamento biológico de referência, como demonstrou uma revisão da literatura recentemente publicada que analisou 178 estudos com casos em que essa troca foi feita sob supervisão médica, sem demonstração de perda de eficácia ou problemas de segurança. Os dados levantados envolveram mais de 21 mil pacientes que tiveram os medicamentos biológicos de referência substituídos por biossimilares – num total de 10 moléculas e 11 indicações diferentes. “Após anos de uso desses medicamentos, os sistemas de farmacovigilância de países como Reino Unido e países nórdicos, onde a adoção de biossimilares foi extensa, não captaram nenhum sinal de alerta quanto a sua segurança”, relata Daniel Freire. 

Para o médico, o conhecimento a respeito das vantagens dessa classe de medicamentos é importante como forma de conscientizar a sociedade sobre seu impacto na gestão dos recursos de saúde, que são escassos e finitos. Na Europa, estudos mostraram que no ano seguinte à chegada dos biossimilares de medicamentos imunomoduladores da classe dos anti-TNFs, usados para frear processos inflamatórios como da artrite reumatoide, o preço médio desses tratamentos caiu em 13% no continente, com aumento de 20% no volume de medicamento comercializado. “Tratar mais gastando menos e com a mesma qualidade: essa é a mensagem que a experiência europeia nos deixa”, conclui Daniel Freire.

 

 

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