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Boletim do coronavírus: doença chega ao Planalto, ato adiado e Disney fechada

No País, os casos chegaram a 77, em mais um dia de queda da bolsa. Veja as principais notícias do dia

Redação, O Estado de S.Paulo

12 de março de 2020 | 21h52

O Estado reúne diariamente as principais notícias sobre o coronavírus no Brasil e no mundo. Nesta quinta-feira, 12, o secretário de Comunicação da Presidência foi testou positivo para a doença, o que levou o presidente Bolsonaro a também ser examinado. No País, os casos chegaram a 77, em mais um dia de queda da bolsa. A Unicamp suspendeu as aulas e, nos Estados Unidos, a Disney fechou. Vejas os destaques do dia:

O secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, foi diagnosticado com coronavírus. Os exames foram realizados em São Paulo e a informação, antecipada pelo Estado, foi confirmada pelo Palácio do Planalto no início da tarde desta quinta-feira, após exames testarem positivo.  O presidente Bolsonaro e o seu filho Eduardo também fizeram testes e aguardam resultados.

Diante do apelo do presidente Jair Bolsonaro, líderes dos principais movimentos que convocaram as manifestações contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram adiar os atos de rua e fazer mobilizações virtuais na internet e outros tipos de protestos neste domingo, 15. 

Mesmo sem nenhum registro de caso do novo coronavírus, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) anunciou a suspensão das aulas. É a primeira universidade do País a tomar a decisão. O Ministério da Educação (MEC) e outras instituições anunciaram que estudam a paralisação das atividades depois de Organização Mundial da Saúde (OMS) decretar pandemia. 

O balanço mais recente do Ministério da Saúde, atualizado às 16h20 desta quinta-feira, 12, contabiliza 77 casos confirmados do novo coronavírus no Brasil, com São Paulo liderando a estatística: são 42 registros no Estado. No total, o País monitora 1.422 pessoas suspeitas de terem a infecção e já descartou 1.163 análises que deram negativo para o vírus. O número de casos pode ser maior porque o governo do Estado de São Paulo anunciou também nesta quinta que são 46 confirmados, 44 na capital e dois no interior.


O mercado financeiro viveu nesta quinta, 12, mais um dia de caos global por causa da pandemia do coronavírus. Num cenário de incertezas em relação ao impacto na economia mundial, a decisão do presidente americano, Donald Trump, de suspender voos entre Europa e os EUA deu mais munição para o pânico dos investidores, que levou as bolsas a paralisar temporariamente suas operações ao longo do dia e a registrarem perdas históricas, no caso de Nova York em mais de 30 anos .

Somente 44% dos leitos de UTI do País estão no Sistema Único de Saúde (SUS), rede responsável pela assistência médica de três quartos da população brasileira e que corre o maior risco de sobrecarga em caso de surto do novo coronavírus.

O parque de diversões Disneylândia, um dos mais populares da Califórnia, fechará suas portas ao público a partir de sábado, 14,  como medida de precaução diante do surto do novo coronavírus no país, informou um porta-voz nesta quinta-feira, 12.

Há já uns cinco anos, trabalho principalmente entre casa e aeroportos. A tecnologia facilita em muito a colaboração para quem escolhe o home office, com uma grande quantidade de softwares gratuitos para cada função. WhatsApp e o excelente Slack servem para a comunicação cotidiana, sempre uma janela aberta para que as conversas necessárias fluam de tarefa em tarefa. Hangouts, Skype e FaceTime resolvem quando é necessário olhar no olho e ter uma conversa mais longa. Nas próximas semanas e meses, por conta desta nova cepa de coronavírus que assumiu as rédeas do mundo, muitos passarão pela primeira vez por esta experiência. É bom. Mas não é fácil.

Os sintomas de uma alergia podem ser debilitantes: coceira, olhos vermelhos e lacrimejantes, espirros, coriza e, às vezes, tosse. Este ano, o novo coronavírus adiciona uma camada de desconforto ao aborrecimento sazonal, especialmente em áreas onde a contagem de pólen já está em níveis mais elevados. Com o medo aumentando em conjunto com o número de casos de covid-19, a doença respiratória causada por um vírus, médicos estão preocupados com a possibilidade daqueles  que sofrem com alergias confundirem suas reações costumeiras ao pólen com sintomas de coronavírus e, assim, sobrecarregarem um sistema de saúde já sobrecarregado com visitas causadas pelo pânico.

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