Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Brasil contabiliza média diária de 965 mortes por covid-19

No total, são 107.297 vidas perdidas e 3.317.832 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia 

Redação, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2020 | 20h10

O Brasil registrou 726 mortes e 38.937 novas infecções de coronavírus neste sábado, 15, segundo dados do levantamento realizado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL com as secretarias estaduais de Saúde. Com isso, a média móvel de novas mortes no País nos últimos 7 dias foi de 965 óbitos.

Há doze semanas essa média móvel fica em torno de mil mortes a cada 24 horas. No total, são 107.297 vidas perdidas e 3.317.832 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia. 

O Estado de São Paulo registrou 11.408 casos e 167 óbitos pela doença nas últimas 24 horas. No total, São Paulo tem 697.530 casos confirmados e 26.780 mortes. Há pelo menos uma pessoa infectada pelo novo coronavírus em 643 dos 645 municípios do Estado. 503 cidades registram um ou mais óbitos.

O Brasil é o segundo país com mais casos de covid-19 no mundo. Só perde para os Estados Unidos, que somam mais de cinco milhões de contaminados e mais de 168 mil mortes, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

O Ministério da Saúde informou, no início da noite de sábado que o Brasil contabilizou 709 óbitos e mais 41.576 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Ainda segundo o governo, no total, o País tem 107.232 mortes e 3.317.096 casos confirmados pelo coronavírus. São 2.404.272 pessoas que já se recuperaram do coronavírus em todo o País. O número é diferente do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

Consórcio de veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia. E se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

 

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