Brasil não sabe quais laboratórios guardam o vírus da pólio

Plano da OMS explica que o primeiro passo para evitar que vírus escapassem era realizar um levantamento

Fabiane Leite, de O Estado de S. Paulo,

19 de junho de 2008 | 18h00

O Brasil ainda desconhece o número de laboratórios que trabalham com o vírus da poliomielite ou que guardam material que possa estar infectado pelo microorganismo. O poliovírus é causador da paralisia infantil, erradicada no Brasil e nas Américas desde 1994, em razão de seguidas campanhas de vacinação, como a que ocorreu no último domingo. Mas a existência de vírus armazenados traz risco de reintrodução da doença, se não forem tomados os devidos cuidados nos laboratórios.   Em 1999, a Assembléia Mundial de Saúde reiterou o compromisso da Organização Mundial da Saúde para erradicar a poliomielite e recomendou a todos os Estados membros, incluindo o Brasil, que empreendessem esforços para a contenção do poliovírus selvagem de laboratórios.   Plano da OMS, finalizado em 2002, explicou que o primeiro passo para evitar que vírus escapassem dos laboratórios era realizar um levantamento de unidades que trabalham diretamente com pesquisas que utilizam o poliovírus, ou que têm amostras guardadas que podem estar contaminadas sem as instituições saberem, como fezes e água de esgoto coletadas para análises até o momento em que havia circulação do vírus nos países.   O poliovírus é transmitido de pessoa para pessoa, pelo contato com secreções ou fezes do doente.   Leia reportagem completa na edição desta sexta-feira, 20, de O Estado de S. Paulo  

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