Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS
Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS

Brasil registra 1.046 mortes por covid-19 em 24 h; média de casos cai pelo 13º dia consecutivo

Média semanal de vítimas fica em 811 e País registra queda pelo segundo dia consecutivo. Média móvel de casos está em queda desde o dia 4 de fevereiro e volta ao patamar de 21 de janeiro

Luiz Henrique Gomes, especial para o Estadão

16 de fevereiro de 2022 | 20h01

O Brasil registrou 1.046 novas mortes pela covid-19 nesta quarta-feira, 16. A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, caiu pelo segundo dia consecutivo e ficou em 811. O número médio de óbitos está acima de 800 desde o dia 8 de fevereiro.

Esta é a quinta vez neste mês de fevereiro que o País tem mais de mil mortes notificadas por covid-19 em 24 horas. Os outros registros aconteceram nos dias 4 (1.074 mortes), 8 (1.174), 9 (1.295) e 11 (1.121). Antes do dia 4, a última vez que o Brasil havia chegado a este patamar tinha sido em agosto.

O número de novas infecções pelo coronavírus nesta quarta-feira foi de 147.252, valor inferior à média registrada diariamente durante a semana passada. A média móvel de casos está em 121.722, a menor marca desde o dia 21 de janeiro. O número médio cai desde o dia 4 de fevereiro. 

No total, o Brasil tem 640.868 mortos e 27.812.210 casos da doença. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 23.783.443 pessoas estão recuperadas da covid-19.

O Estado que mais registrou mortes nesta quarta-feira foi São Paulo, com 397 mortes. Em seguida, aparece Bahia, com 89 novos óbitos, e Minas Gerais, com 81. O Acre foi o único Estado a não atualizar os registros.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.