EFE/ Marcelo Oliveira
EFE/ Marcelo Oliveira

Brasil registra 2.639 novos óbitos por covid-19 nas últimas 24h, com recorde de testes positivos

Com as novas mortes, o País chegou a um total de 303.726 vítimas da doença desde o início da pandemia. Média tem se mantido acima de 2 mil desde o dia 17 de março

Marco Antônio Carvalho, O Estado de S.Paulo

25 de março de 2021 | 20h00

O Brasil registrou nas últimas 24 horas 2.639 novos óbitos decorrentes da covid-19, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Com as novas mortes, o País chegou a um total de 303.726 vítimas da doença desde o início da pandemia. O número de diagnósticos confirmados da doença no último dia bateu novo recorde, com quase 100 mil casos.

Os dados do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL coleta dados junto às secretarias estaduais de Saúde. Os números mais recentes mostram o País no pior momento da pandemia, com recordes recentes de casos, internações e mortes.

A média móvel de óbitos ficou em 2.276 nesta quinta-feira, 25. O número leva em consideração dados dos últimos sete dias para melhor avaliar a tendência da pandemia nas cidades brasileiras. A média tem se mantido acima de 2 mil desde o dia 17 de março. Na última semana, 15.931 pessoas morreram em decorrência da covid-19.

Segundo o boletim do consórcio, o Brasil registrou 97.586 novos casos nas últimas 24 horas, chegando a um total de 12.324.765 diagnósticos confirmados. Os 97 mil novos casos é o maior volume de registros em um único dia desde o início da pandemia.

Especialistas destacam que essa elevação pode ter como efeito crescimento nas internações nas próximas semanas. De acordo com o Ministério da Saúde, o País tem 10.772.549 pessoas recuperadas da doença e 1.244.158 seguem em acompanhamento médico.

Consórcio de imprensa reúne dados desde 8 de junho

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

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