Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS
Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS

Brasil registra 2.986 mortes por covid em 24 horas; abril já é o mês mais letal da pandemia

Ao todo, País já tem 389.609 vidas perdidas para o coronavírus

Redação, O Estado de S.Paulo

24 de abril de 2021 | 20h21

O Brasil registrou neste sábado, 24, mais 2.986 mortes e 69.302 novas infectados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas. A média móvel de óbitos pela doença, que leva em consideração o total dos últimos sete dias e elimina distorções entre os dias úteis e fins de semana, ficou em 2.531, um pouco acima do registrado na sexta feira, 23. Com ainda seis dias para o fim, abril já é o mês mais letal da pandemia, com 67.723 vítimas. Em março, foram 66.868 óbitos pela doença. 

Os dados são do consórcio de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. O aumento da média móvel, ainda que não significativo, interrompe a sequência de seis dias seguidos de baixas.

Com os dados deste sábado, o Brasil chega ao total de 389.609 vidas perdidas e 14.307.412 casos da covid-19 desde o início da pandemia, mantendo-se como o segundo país do mundo com maior número de mortes totais pela doença, atrás apenas dos Estados Unidos. De acordo com o Ministério da Saúde, 12.766.772 pessoas já se recuperaram da covid-19.

O Ministério da Saúde informou que neste sábado foram registrados 71.137 novos casos e mais 3.076 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 14.308.215 pessoas infectadas e 389.492 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

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