Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS
Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS

Brasil registra 324 mortes por covid-19 e quase 67 mil novos casos nas últimas 24 horas

Média semanal de vítimas do coronavírus fica em 188 óbitos, maior registro desde 4 de abril

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

24 de junho de 2022 | 20h03

O Brasil registrou 324 novas mortes pela covid-19 nesta sexta-feira, 24. A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 188, o maior registro desde o dia 4 de abril. Já o número de novas infecções notificadas foi de 66.993, com média de 51.361, o maior número desde 1º de março.

No total, o Brasil tem 670.282 mortos e 32.030.729 casos da doença. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 30.566.088 pessoas estão recuperadas.

O Estado de São Paulo registrou 101 mortes por coronavírus nesta sexta. Outros quatro Estados superaram a barreira de 10 óbitos: Minas Gerais (99), Paraná (37), Rio Grande do Sul (19) e Rio de Janeiro (16). No lado oposto, Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Mato Grosso do Sul, Roraima e Sergipe não registraram nenhuma morte. Tocantins não divulgou seus números no dia.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Nesta sexta, o Ministério da Saúde informou que foram registrados 60.384 novos casos e mais 334 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 32.023.166 pessoas infectadas e 670.229 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

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