Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Brasil tem 346 mortes nas últimas 24 horas; total de óbitos chega a 4.016

Ao todo, 58.509 pessoas foram infectadas no País, um acréscimo de 5.514 novos casos em um dia

Emilly Behnke, O Estado de S.Paulo

25 de abril de 2020 | 17h05

BRASÍLIA — O Brasil já registra mais de 4 mil mortes decorrentes do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram 346 novos óbitos provocados pela doença, além de 5.514 novos casos, segundo informações divulgadas há pouco pelo Ministério da Saúde.

Com isso, o número total de mortes decorrentes da covid-19 em todo o País chegou a 4.016, com 58.509 casos confirmados. O índice de letalidade é de 6,9%, o mesmo do dia anterior. Na sexta-feira, o número era de 3.670 vítimas fatais, com 52.995 casos confirmados.

O Ministério da Saúde investiga ainda outros 1.312 óbitos considerados suspeitos e que aguardam o resultado de exames para confirmar se a causa da morte foi o novo coronavírus.

São Paulo, o epicentro da pandemia no Brasil, atingiu 20.004 casos confirmados e 1.667 mortes de pessoas infectadas pelo coronavírus. Em seguida vêm Rio de Janeiro (6.828 casos, 615 mortes), Ceará (5.421 casos, 310 mortes), Pernambuco (4.507 casos, 381 mortes) e Amazonas (3.635 casos, 287 mortes). 

O crescimento do número de óbitos e de novos pacientes acompanha a tendência antecipada pelo Ministério da Saúde, que indica os meses de maio e junho como o pico da doença em boa parte dos Estados do País.

Mais cedo pelo Twitter, o ministro da Saúde, Nelson Teich, destacou que o governo termina a semana com o acumulado de entrega de 79 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs) aos profissionais de saúde, 3 milhões de testes rápidos e 272 respiradores. Dos testes rápidos mencionados, quase 1 milhão deve chagar aos Estados "nos próximos dias", segundo Teich.

A falta de equipamentos de proteção e de respiradores tem sido uma reclamação dos Estados, principalmente naqueles onde há maior número de casos. Os respiradores são usados no tratamento de casos mais graves da doença, em que há insuficiência respiratória. Sem eles não é possível a abertura efetiva de novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

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