Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS
Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS

Brasil registra 421 mortes nas últimas 24 horas; casos confirmados chegam a 96.559

Número de casos confirmados da doença passou de 91.589 para 96.559, com o acréscimo dos 4.970 novos casos registrados de sexta para este sábado, 2

Julia Lindner e André Borges, O Estado de S.Paulo

02 de maio de 2020 | 18h34

BRASÍLIA - O Ministério da Saúde informou neste sábado, 2, que foram registradas 421 mortes por coronavírus e 4.970 novos casos da doença nas últimas 24 horas. Com isso, o Brasil chegou a 96.559 pessoas diagnosticadas e 6.759 óbitos decorrentes da doença.

São Paulo segue como o Estado com maior número de casos, são 31.174 pessoas identificadas com a doença e 2.586 óbitos. O Rio de Janeiro registra 971 mortos neste sábado e 10.546 contaminações. Em seguida, o Ceará tem 8.309 contaminados e 638 mortes; Pernambuco registra 628 mortos e 8.145 casos; e Amazonas possui 8.145 casos e 501 mortes.

O governo admite que há uma grande subnotificação de casos de óbitos e de contaminações, mas evita fazer projeções do número real. Estados como São Paulo já chegaram a falar em um volume até nove vezes superior ao número oficial.

No último feriado de 1º de maio, a taxa de isolamento ficou bem abaixo do ideal. No Estado de São Paulo, que é o epicentro da doença no País,  a taxa foi de 56%, enquanto no município de São Paulo foi 55%. De sexta para este sábado, o Estado registrou 800 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, com mais 75 mortos. O total é de 2.586 mortes por coronavírus e um total de 31.174 casos confirmados.

O Estado do Rio registrou 50 mortes por covid-19 no mesmo período, segundo informações da Secretaria Estadual de Saúde (SES). Com isso, o total de mortes pelo novo coronavírus no estado chegou a 971. Ao todo, 10.546 casos da doença já foram confirmados. Entre os infectados, 6.448 estão na capital fluminense, principal foco da doença no Estado. O Rio também registra o maior número de mortes, 603.

Manaus, que está com o sistema de saúde sem capacidade nenhuma de atender pacientes, recebeu 452 mil equipamentos de proteção individual (EPI’s) enviados em duas aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). Além do sistema de saúde em colapso, a capital do Amazonas enfrenta uma rebelião na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), em que sete agentes penitenciários foram feitos reféns. Os agentes ainda investigam a causa do motim. Desde 16 de março, quando o governo estadual baixou o primeiro decreto de ações de combate ao novo coronavírus, a administração penitenciária adotou medidas que ampliam as limitações nos presídios, como a suspensão de visitas. 

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