Arte sobre foto de Tiago Queiroz/Estadão
Arte sobre foto de Tiago Queiroz/Estadão

Brasil supera 89 milhões de 3ª e 4ª doses aplicadas contra covid

País já imunizou 177.331.515 de pessoas com ao menos uma dose até as 20 horas desta quarta-feira, 4

Redação, O Estado de S.Paulo

04 de maio de 2022 | 20h57

O Brasil acumula até esta quarta-feira, 4, um total de 89.069.173 de 3ª e 4ª doses aplicadas contra a covid-19. Decompondo, são: 87.213.268 de brasileiros com a terceira, e 1.855.905 com a quarta. No acumulado, o País já imunizou 177.331.515 (82,55%) de pessoas com ao menos uma dose até as 20 horas de hoje.

O número de vacinados com a 2.ª dose ou dose única contra a doença está em 164.428.786, equivalente a 76,54%. Ao considerar a vacinação pediátrica (para crianças de 5 a 11 anos), a campanha de vacinação já chegou a 11.869.249, o equivalente a 57,90% deste público.

Nas últimas 24 horas, o País administrou 309.967 doses de vacinas, de acordo com os dados do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. No entanto, até este horário apenas 13 estados haviam informado dados sobre vacinação.

O balanço da campanha de vacinação contra a covid é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Em termos proporcionais, Piauí é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 93,12% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. Os Estados do Amapá e Roraima apresentam os percentuais mais baixos de indivíduos vacinados com uma dose: 62,27%. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (42 milhões), seguido por Minas Gerais (17 milhões) e Rio de Janeiro (14 milhões).

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