Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Brasil tem média móvel de 491 óbitos por covid-19 e ultrapassa marca de 170 mil vítimas

De acordo com o consórcio de veículos de comunicação, Brasil teve 638 novas mortes em decorrência da doença nas últimas 24 horas, com 33.445 novos casos. Quantidade total de vítimas é de 170.179

Larissa Gaspar, O Estado de S. Paulo

24 de novembro de 2020 | 20h07

O Brasil ultrapassou a marca de 170 mil mortes decorrentes da covid-19 nesta terça-feira, 24. De acordo com dados do consórcio de veículos de comunicação, o número chegou a 170.179 vítimas, com 638 novos óbitos nas últimas 24 horas; os novos diagnósticos confirmados no período chegaram a 33.445. A média móvel de mortes, dado que compila registros dos últimos sete dias e é usado para evitar distorções, ficou em 491. 

O número total de casos chegou a 6.121.449. O balanço é feito a partir de dados divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde. De acordo com números do Ministério da Saúde, 5.445.095 brasileiros se recuperaram da doença e outros 473.028 seguem em acompanhamento.

A taxa de transmissão do novo coronavírus (Rt) no Brasil nesta semana é a maior desde maio, de acordo com monitoramento do centro de controle de epidemias do Imperial College de Londres, no Reino Unido. O índice passou de 1,10 no dia 16 de novembro para 1,30 no balanço divulgado nesta terça-feira.

O Brasil é o segundo país com mais mortos, atrás apenas dos Estados Unidos, que registrou 259.256 mortes por covid-19. No total de infectados, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA), o Brasil fica atrás dos Estados Unidos e da Índia.

Parceria

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, e feito em conjunto com as secretarias estaduais de Saúde. Os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. De forma inédita, a iniciativa foi uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia e se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

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