Tiago Queiroz/Estadão - 22/03/2021
Tiago Queiroz/Estadão - 22/03/2021

Brasil tem média móvel de 690 mortes diárias por covid-19

Mais de 649,1 mil pessoas morreram por coronavírus na pandemia; 206 óbitos foram registrados em 24 horas

Redação, O Estado de S.Paulo

27 de fevereiro de 2022 | 20h27

O Brasil chegou neste domingo, 27, à média móvel de 690 mortes por covid-19 diariamente. A taxa é calculada com dados dos últimos sete dias, para evitar distorções entre dias úteis e fim de semana.

O País registrou 649,1 mil mortes por coronavírus em toda a pandemia. Do total, 206 óbitos foram confirmados nas últimas 24 horas, sendo que três Estados (Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins) e o Distrito Federal não enviaram dados atualizados.

Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, em conjunto com as secretarias estaduais de Saúde e do Distrito Federal, em balanço divulgado às 20 horas. Em casos, o País soma mais de 28,7 milhões, dos quais 21,7 mil confirmados nas últimas 24 horas.

Brasil chega a 64 milhões de doses de reforço aplicadas

O Brasil ultrapassou o número de 64 milhões vacinas de reforço contra a covid-19 neste domingo, o que representa cerca de 30% da população. A vacinação de reforço é defendida por especialistas como necessária neste momento de transmissão ainda considerada alta do coronavírus.

Segundo o balanço, o País tem 172,4 milhões de pessoas com a primeira dose (80,2% da população) e 154,9 milhões com a segunda dose ou o imunizante de dose única (72,1%). Em 24 horas, foram aplicadas 489,1 mil novas doses, das quais 234,6 mil eram de reforço. Nas últimas 24 horas, não ocorreram atualizações nos dados dos Estados de Alagoas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

O número de crianças de 5 a 11 anos vacinadas com uma dose está em 8,7 milhões, ou seja, 42,6% do público-alvo. A vacinação começou mais tarde para este público, mas dados compilados pelo Estadão evidenciam que a imunização infantil avança em ritmo lento.

 

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