Amanda Perobelli/Reuters
Amanda Perobelli/Reuters

Brasil ultrapassa marca de 195 mil mortes por covid-19 e tem 7,6 milhões de casos

País registrou 465 óbitos e 23.081 casos confirmados do novo coronavírus nas últimas 24 horas

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de janeiro de 2021 | 20h21

O Brasil chegou a 195.441 mortes e 7.698.862 de casos confirmados de covid-19 nesta sexta-feira, 1º, de acordo com dados colhidos pelo consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. 

Do total, 465 óbitos foram confirmados nas últimas 24 horas, após três dias seguidos em que o registro foi superior a mil. Por vezes, os resultados de testes costumam sofrer um represamento em feriados e fins de semana. 

A média móvel de mortes diárias por novo coronavírus, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, foi 704 nos últimos sete dias. Além disso, nas últimas 24 horas, foram registrados 23.081 novos casos no País. De acordo com o Ministério da Saúde, 6.756.284 pessoas se recuperaram da doença.

Os registros de aglomerações nas festas de fim de ano têm preocupado especialistas, que alertam a possibilidade de um aumento mais acelerado nas taxas da doença no País, causando uma sobrecarga ainda maior no sistema de saúde. 

São Paulo continua como o Estado com maior número absoluto de óbitos e casos positivos da doença no País, com 46.775 vítimas fatais e 1.466.191 pessoas infectadas. Com o objetivo de reduzir a transmissão da doença, uma determinação estadual colocou todos os municípios paulistas na fase vermelha do Plano São Paulo entre 1º e 3 de janeiro. Nesse período, apenas os serviços considerados essenciais pelo governo podem funcionar.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

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