Britânicos vão divulgar critérios para drogas contra Alzheimer

Serviço Nacional de Saúde vai dar mais detalhes sobre a escolha de remédios para integrar o sistema federal

AP

01 de maio de 2008 | 18h56

Uma corte britânica ordenou nesta quinta-feira que os responsáveis pelo serviço de saúde revelassem como avaliam o custo-benefício de certas drogas contra o Mal de Alzheimer. Juízes da Corte Britânica de Apelos concluíram que o Instituto Nacional de Excelência Clínica e de Saúde, que decide quais remédios estão disponíveis através do sistema federal de saúde, não seguia procedimentos apropriados quando restringia a disponibilidade de certos remédios. A Elisai Co., que detém a licença do tratamento para Alzheimer Aricept, e a Pfizer Inc. disseram que a decisão renovou as esperanças dos pacientes de Alzheimer. Os três juízes responsáveis disseram que o instituto deveria disponibilizar uma versão completa do modelo de custo-benefício que usa para decidir quais as orientações a serem dadas ao Serviço Britânico Nacional de Saúde. As empresas responsáveis pela ação não tentaram anular as orientações existentes, mas queriam ter acesso às estatísticas, para que pudessem melhorar as drogas apresentadas ao instituto.

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