Campanha do Instituto Ethos e da Proteste reivindica remédios fracionados

Ação na internet busca aprovar lei que obriga venda na quantidade exata prescrita pelo médico

Agência Estado

05 Novembro 2010 | 19h37

SÃO PAULO - Já está na internet uma campanha da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) e do Instituto Ethos para aprovar o projeto de lei que obriga a venda de medicamentos fracionados - ou seja, na quantidade exata prescrita pelo médico.

 

Há um decreto federal que autoriza, mas não obriga, os laboratórios a produzir remédios dessa forma. Técnicos da Proteste estiveram em 49 farmácias do País - 26 delas de grandes redes - com uma receita de remédio fracionado para controle de pressão arterial. Não foi possível comprá-lo em nenhuma das cinco cidades visitadas (São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília).

 

Nessa tentativa de compra, a Proteste observou também o despreparo dos funcionários. "Eles não sabem do medicamento fracionado e confundem com o programa Dose Certa", afirmou Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

 

Segundo ela, a ideia da campanha é conscientizar a população sobre os benefícios desse tipo de venda e pressionar o governo para a aprovação do projeto de lei que tramita há quatro anos no Congresso. Foi lançada uma petição online para colher assinaturas favoráveis à aprovação. As informações são do <b>Jornal da Tarde</b>.

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