Câncer de rim: campanha promove a conscientização sobre a doença
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Câncer de rim: campanha promove a conscientização sobre a doença

Iniciativa da Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda. destaca a importância do diagnóstico precoce e os avanços nos tratamentos que garantem a qualidade de vida aos pacientes.

Ipsen, Estadão Blue Studio
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29 de junho de 2022 | 12h00

O dia Mundial do Câncer de Rim foi lançado em 16 de junho de 2022; esta campanha Atenção aos Sinais faz o seguinte alerta: embora não seja o tipo de tumor mais frequente no País, a doença é uma ameaça, sobretudo porque pode avançar sem dar sinais. “Quando se trata do aparelho geniturinário, o câncer de próstata ou de bexiga são mais comuns. Mas, ainda assim, o tumor de rim acomete milhares de brasileiros todos os anos”, ressalta o oncologista Fernando Maluf, fundador do Instituto Vencer o Câncer. “Costumamos dizer que é uma doença silenciosa, porque na maioria das vezes, principalmente quando ainda é pequeno, o diagnóstico acaba sendo feito incidentalmente, em exames de rotina não são necessariamente destinados a investigar a possibilidade da presença de um câncer de rim”, diz o médico.

“A incidência do câncer renal no Brasil vem aumentando, daí a importância de ter um dia dedicado à conscientização, a fim de levar informação para a população sobre sinais, sintomas e, principalmente, fatores de risco. Tabagismo, por exemplo, é questão crucial, e muitos só relacionam o hábito com câncer de pulmão”, diz Tatiane Oyakawa, responsável pelo relacionamento com pacientes da Ipsen.

De acordo com Fernando Maluf, o cigarro é de fato um dos principais fatores desencadeadores da doença, além de idade acima dos 50 anos, obesidade e hipertensão. Ele explica a razão: “Quando a pessoa inala a nicotina e as mais de mil substâncias danosas ao fumar, elas entram através do brônquio e são absorvidas no sangue. Parte da eliminação é feita pela via renal, por isso os rins são fortemente bombardeados, aumentado assim o risco de desenvolver um câncer”. O especialista avalia que campanhas como a da Ipsen são importantes para disseminar informações capazes de ajudar a identificar sinais que levem a um diagnóstico o mais cedo possível. “Quando o tumor cresce, pode levar a sangramento na urina, dor lombar e um certo abaulamento nessa região”, descreve Fernando Maluf. 

“Lançamos uma campanha em nível global cujo objetivo é justamente fazer com que a população, ao perceber que tem algo estranho, procure um especialista para que tenha um diagnóstico adequado e precoce, que salva vidas”, conta Tatiane Oyakawa. “Iniciamos com posts informativos nas redes sociais e teremos pela frente uma série de outras ações, como lançamento de manifesto, participação de influenciadores e jogos sobre o tema. Trabalharemos também com associações de pacientes e sociedades médicas. A Ipsen está comprometida globalmente com a causa do câncer renal”, resume.

No tratamento, decisões compartilhadas

Outro propósito da iniciativa Atenção aos Sinais é promover um diálogo mais aberto e transparente entre pessoas já diagnosticadas e seus médicos. “É importante que o paciente seja ouvido, fale de suas necessidades, prioridades, seus planos de vida, para que o especialista apresente um plano de tratamento em decisão compartilhada que proporcione bem-estar e qualidade de vida”, diz Tatiane.

“Quando a doença é detectada no início, o tratamento é cirúrgico, removendo-se o nódulo tumoral, operação chamada nefrectomia parcial”, esclarece Fernando Maluf. “Se o tumor já está muito grande, faz-se a nefrectomia radical, ou seja, a retirada de todo o rim. Sempre é melhor tentar preservar órgão, porque diminui o risco de complicações cardiovasculares ou metabólicas no futuro”, complementa. Na doença ainda localizada, continua o oncologista, pode-se lançar mão também de terapias por congelamento ou aquecimento, chamadas crioablação e radiofrequência, respectivamente.

Para os casos mais avançados de câncer renal, Fernando Maluf lembra os avanços na última década na área de imunoterapia, , especialmente as novas combinações (TKI-IO). “São drogas que favorecem a resposta imune do organismo contra o câncer e muitas vezes são associadas a outros fármacos que bloqueiam a vascularização do tumor”, explica. “Hoje é possível encontrar boas respostas com essa abordagem, levando à remissão completa de longa duração ou mesmo à cura, o que era praticamente impossível de acontecer no passado”, arremata.

“É papel da Ipsen tentar facilitar toda a jornada do paciente, mostrando que seja em estágios iniciais seja em quadros mais avançados, existem saídas para quem for diagnosticado com câncer renal. Sem esquecer da importância da prevenção”, destaca Tatiane Oyakawa. Nesse sentido, reforça Fernando Maluf, a recomendação é ficar atento ao estilo de vida e, se for o caso, promover mudanças. Fazer exercício físico, manter o peso adequado, não fumar, controlar a hipertensão, o diabetes, e realizar exames rotineiros são estratégias fundamentais em prol da saúde dos rins.

A voz dos pacientes

A campanha global da Ipsen, batizada de Together for Kidney Cancer (juntos pelo câncer de rim, em tradução livre), busca divulgar informações de qualidade e credibilidade sobre a doença por meio da experiência dos próprios pacientes, entre eles uma brasileira. “A ideia foi entender o que eles pensam, como é conviver com o câncer renal, o que muda na conduta quando há um diálogo aberto com o médico, como é possível ter qualidade de vida mesmo com a doença avançada. A partir das entrevistas, a agência global criou ilustrações captando essa percepção. As imagens coloridas resultantes dessas conversas trazem uma outra perspectiva da doença. É a voz do paciente em imagem”, conclui Tatiane Oyakawa.


Material destinado ao público geral

Jun/2022 | CBZ-BR-000500

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