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Tiago Queiroz/Estadão
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Capital paulista inicia triagem de passageiros vindos do Maranhão

A decisão ocorreu após reuniões entre equipes do município com a Anvisa, Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado e de Guarulhos, e com as concessionárias que administram as rodovias que dão acesso à capital

Redação, O Estado de S.Paulo

25 de maio de 2021 | 10h04

A partir desta terça-feira, 25, a Prefeitura de São Paulo vai fazer barreiras sanitárias para tentar impedir a chegada da variante B.1.617 do coronavírus, conhecida como variante indiana. Por enquanto, o plano inclui ações no Terminal Rodoviário do Tietê e em rodovias

No Tietê, das 8h às 15h, passageiros vindos do Maranhão terão a temperatura corporal aferida e responderão a um questionário de saúde. Os primeiros casos relacionados à variante indiana no País foram registrados no Estado, mas o governo estadual diz que ainda não há transmissão comunitária da cepa.

Em caso de sintomas, a pessoa será encaminhada em ambulância da prefeitura para serviços de Pronto Atendimento municipais referenciados, onde será feito o teste RT-PCR. Todos os ocupantes terão seus dados pessoais cadastrados para que possam ter seu estado de saúde monitorado e sejam prontamente localizados caso seja necessário.

O município disse que vai oferecer 30 vagas em hotel próximo ao terminal para o isolamento das pessoas em risco social. A Prefeitura também elaborou uma cartilha para viajantes com dicas e orientações para os cuidados com o isolamento domiciliar.

A ação nas rodovias inclui divulgação de materiais informativos de prevenção ao coronavírus nos painéis digitais próximos às cidades. Os caminhoneiros vão receber orientações nos postos de pesagem e os sintomáticos serão encaminhados às unidades de saúde para consulta médica e testagem.

Aeroportos

A Prefeitura informou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai definir o que será feito nos aeroportos. Até o momento não há nenhuma ação específica para evitar a entrada da variante indiana nos aeroportos de Congonhas, na capital, e de Cumbica, em Guarulhos. 

A Infraero, que administra o Aeroporto de Congonhas, disse que “vem aplicando os protocolos sanitários preconizados pela Anvisa, de forma padronizada, em todos os aeroportos sob sua gestão”. A empresa também falou que “está à disposição para colaborar com medidas adicionais julgadas necessárias pelos órgãos sanitários”.  

O Aeroporto Internacional de Cumbica (Guarulhos) até o momento não tem nenhuma ação extra para evitar a chegada da variante. Em nota, a GRU Airport, concessionária que administra o local, disse que “segue todas as recomendações da Anvisa” e implantou “diversas medidas preventivas” para conscientizar e prevenir a transmissão do coronavírus.

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