Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE

Carla Bruni é nova embaixadora da luta contra a aids

A primeira-dama francesa perdeu seu irmão, Virginio, para a aids, há dois anos

AP

01 de dezembro de 2008 | 16h36

Carla Bruni-Sarkozy disse querer tirar a atenção da mídia de seu casamento com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, para se dedicar a uma causa nobre - tornando-se embaixadora da luta contra a aids.  Veja também: Vários países marcam Dia Mundial de Combate à AidsONG protesta contra julgamento por transmissão de HIV Cai número de crianças infectadas com aids na gestação Pesquisa mostra que câncer avança entre HIV positivos A primeira-dama francesa disse que vai viajar para encontrar pessoas com aids e vai organizar eventos em apoio ao Fundo Global para a Luta contra a Aids, Tuberculose e Malária.  Carla Bruni-Sarkozy perdeu seu irmão, Virginio, para a aids, há dois anos. Ela abriu a entrevista coletiva em Paris nesta segunda-feira, 1º, dizendo "não estou me envolvendo com isso por acaso." A modelo e cantora disse que o mundo se tornou complacente com relação à doença, que matou 300 mil crianças em 2007. Seu trabalho vai se concentrar em mulheres e crianças infectadas com o HIV. Número de infectados duplicou  A porcentagem de população infectada pelo HIV na Europa quase duplicou entre 2000 e 2007, ao passar de 40 para 76 casos por milhão de pessoas, informou hoje o Escritório Regional para a Europa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Cerca de 49 mil novos casos de infecção pelo HIV foram diagnosticados em 2007 em 49 dos 53 países da região, com Estônia, Ucrânia, Portugal e Moldávia à frente da lista, segundo um relatório divulgado hoje por este organismo com sede em Copenhague, no qual não há dados sobre Áustria, Itália, Mônaco e Rússia. Os casos de aids no ano passado subiram para 5.244, de acordo com o relatório, que indica que o HIV é um "grande problema" de saúde na Europa. Dos casos de HIV detectados em 2007, 26.279 correspondem a países da União Européia (UE) e da Associação de Livre-Comércio Européia (EFTA), com Estônia, Portugal e Letônia na frente, enquanto Eslováquia, República Tcheca e Romênia ocupam os últimos lugares. A principal forma de transmissão do HIV nesta região é o sexo entre homens, seguido pelo contato heterossexual. Na Europa do Leste, a principal causa é, por outro lado, o uso de drogas injetáveis. O relatório indica também que 38 dos 53 países-membros da zona européia da OMS proporcionam tratamento anti-retroviral a mais de 75% das pessoas com HIV que precisam. (Com Efe)

Tudo o que sabemos sobre:
aidssaúde

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.