Wilton Junior/Estadão
Wilton Junior/Estadão

Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave estão estáveis e no patamar mais baixo da pandemia

Enquanto cinco Estados apresentaram tendência de alta, 14 apontam para queda na tendência de longo prazo; Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Tocantins estão entre eles

Marcio Dolzan , O Estado de S. Paulo

30 de setembro de 2021 | 16h16

RIO - O Brasil aponta para sinal de estabilidade de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e no patamar mais baixo desde o início da pandemia de covid-19. Apenas Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Pará e Rondônia registraram sinal de crescimento de casos na tendência de longo prazo, que considera seis semanas.

Os dados constam em novo Boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira, 30. Desde que começou a pandemia, cerca de 96% dos casos de SRAG registrados e analisados em laboratório correspondem a infecções pelo novo coronavírus.

O levantamento considera a semana epidemiológica de 19 a 25 de setembro. Enquanto cinco Estados apresentaram tendência de alta, 14 apontam para queda na tendência de longo prazo.

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São eles: Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Tocantins.

Ainda segundo o estudo, Amazonas, Goiás, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro são os únicos que apresentam sinal de crescimento na tendência de curto prazo, que leva em conta as três últimas semanas do período analisado.

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