JF Diorio/AE
JF Diorio/AE

Centros de Atenção Psicossocial são alternativa à internação

Rede foi criada nos anos 1980 como alternativa à política de internação de pacientes psiquiátricos

Agência Estado

08 Junho 2010 | 19h14

SÃO PAULO - Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), rede municipal de atendimento à saúde mental, foram criados no fim dos anos 1980 como uma alternativa à política de internação de pacientes psiquiátricos. Têm como objetivos atender casos de transtornos psicóticos graves e surtos psicóticos.

 

De acordo com a assessora técnica de Saúde Mental, Álcool e Drogas da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, Teresa Cristina Endo, os Caps melhoraram o acesso do paciente ao tratamento. "Independentemente do grau de psicose, ele será acolhido, sem necessidade de ser encaminhado por outros serviços", afirma.

 

A assessora recomenda que as pessoas fiquem atentas aos primeiros sinais de transtorno. "Se a família perceber que a pessoa está com um comportamento diferente e alterações bruscas de humor, ela pode ir a um Caps. Não precisa ter um diagnóstico prévio." Teresa diz que, se não for caso para Caps, o paciente será encaminhado para o serviço mais adequado, como uma UBS que tenha um psiquiatra ou psicólogo.

 

Segundo a assessora, o tratamento é individualizado e pode incluir medicamentos, terapia em grupo, trabalho de inserção do paciente na comunidade, entre várias outras alternativas. As informações são do Jornal da Tarde.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.