Chefe da Nasa destaca em seminário importância do Sputnik

Segundo Michael Griffin, sem o satélite artificial soviético não haveria a Apolo norte-americana

Efe,

04 de outubro de 2007 | 17h11

Diretores da agência espacial norte-americana (Nasa) e da Agência Espacial Européia (ESA) destacaram nesta quinta-feira, 4, o impulso dado à conquista do espaço com o lançamento pela União Soviética, há 50 anos, do primeiro satélite artificial da Terra, o Sputnik. Há meio século, o começo de uma nova era Satélite soviético Sputnik lançou corrida espacial Russos comemoram 50 anos do lançamento do satélite Sputnik Nasa reconhece que China deve vencer nova corrida espacialOs 50 anos da corrida espacial "O Sputnik protagonizou um acontecimento sem precedentes na história da humanidade e, em nosso caso, deu um forte impulso ao programa espacial dos Estados Unidos, pois sem ele (Sputnik) não haveria a Apolo", disse o administrador da Nasa, Michael Griffin. Em uma conferência na Academia Russa de Ciências dedicada ao lançamento do Sputnik, ocorrido em 4 de outubro de 1957, Griffin destacou esta e outras conquistas dos cosmonautas soviéticos durante a corrida espacial, segundo a agência Interfax. Citou concretamente o lançamento ao espaço do primeiro ser vivo, a cadela Laika, um mês depois do Sputnik, e o primeiro vôo de um ser humano ao espaço, protagonizado pelo russo Yuri Gagarin em 12 de abril de 1961 na nave Vostok-1. Também lembrou que a URSS foi a primeira a colocar em órbita uma nave espacial com dois e depois com três cosmonautas, e a realizar a primeira caminhada no espaço, realizada por Alexei Leonov em março de 1965 a bordo da nave Vosjod-2. Jean-Jacques Dordain, diretor-geral da ESA, declarou, por sua vez, que o lançamento do Sputnik, uma esfera de alumínio polido de 83 quilos, que sobrevoava a Terra a uma altura de mil quilômetros e emitia sinais, "mudou o mundo". "O Sputnik abriu uma nova página da história universal, e os ambiciosos projetos internacionais que estamos desenvolvendo atualmente demonstram que a cooperação na conquista do espaço só irá aumentar nas próximas décadas", expressou.

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