Carlos Garcia Rawlins/REUTERS
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China defende vacina para coronavírus e pede cooperação do Brasil no combate à covid-19

Presidente Jair Bolsonaro cancelou protocolo de compra de 46 milhões de doses da vacina da farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantã

André Marinho, O Estado de S.Paulo

22 de outubro de 2020 | 10h54

Questionado sobre a decisão do presidente Jair Bolsonaro de cancelar a compra de 46 milhões de doses da vacina para o coronavírus produzida pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantã, o ministério das Relações Exteriores da China defendeu a eficácia do imunizante e exortou o governo brasileiro a continuar trabalhando em parceria com o país asiático. 

"Acreditamos que a cooperação relevante contribuirá para a derrota completa da epidemia na China, no Brasil e para as pessoas de todos os países do mundo", disse o porta-voz do órgão, Zhao Lijian, em entrevista coletiva.  

O representante da pasta destacou que as pesquisas clínicas chinesas estão em "uma posição de liderança". Segundo ele, quatro fórmulas entraram na fase 3 dos ensaios em vários países. Zhao Lijian também reforçou o compromisso de tornar o imunizante um bem público global, a fim de contribuir para "disponibilidade e acessibilidade das vacinas nos países em desenvolvimento". 

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