China enviará 480 médicos à Libéria para combater Ebola

Profissionais vão trabalhar em um centro sanitário que está sendo construído pelo país asiático; local terá cem leitos

O Estado de s. Paulo

06 Novembro 2014 | 09h19

O governo chinês enviará 480 médicos à Libéria para tratar pessoas infectadas com Ebola em um centro sanitário que está sendo construído pelo país asiático, informou nesta quinta-feira, 6, o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores chinês Hong Lei.

A construção do centro médico, com cem camas, a cargo de trabalhadores chineses, já começou, e espera-se que em um mês esteja operando, destacou Hong Lei.

"China sente o sofrimento das nações africanas e, como irmãos que somos, oferecemos nossa assistência na medida de nossas capacidades", declarou Hong.

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O porta-voz especificou que os primeiros 160 médicos chegarão no próximo domingo, 9, e os 320 restantes o farão quando o centro esteja concluído.

Hong lembrou que desde o surgimento da epidemia, em março, a China enviou cinco remessas de ajuda aos três países mais afetados pelo Ebola (Guiné, Serra Leoa e Libéria), a última delas anunciada pelo presidente Xi Jinping no final de outubro, com aporte de 82 milhões de dólares.

"Sempre cumprimos nossa palavra e honramos nossas promessas quando auxiliamos a África", disse Hong, que acrescentou que a China trabalha também com 10 países vizinhos dos afetados pela epidemia para construir uma rede de controle de doenças contagiosas./COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

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