Chinês é condenado à morte em caso de leite adulterado

Ao todo, 22 pessoas são acusadas pela intoxicação de 300 mil crianças; seis bebês morreram

Efe,

22 de janeiro de 2009 | 05h58

O primeiro dos 22 acusados que estão sendo julgados pela intoxicação de 300 mil crianças chinesas que ingeriram leite adulterado com melamina foi condenado nesta quinta-feira, 22, à morte pela Justiça local, informou a agência de notícias Xinhua. O sentenciado, Zhang Yujun, produziu e vendeu pó com proteínas, uma fórmula falsa que na realidade continha melamina, um composto químico usado na fabricação de plásticos e cimento, e cuja distribuição causou a morte de pelo menos seis bebês na China. Zhang foi condenado por "colocar em perigo a segurança pública", um delito que prevê pena de morte, e sentenciado pelo tribunal que conduz o caso, o de Shijiazhuang. É em Shijiazhuang que tem sede o grupo Sanlu, principal fabricante de leite do país e também maior envolvida no escândalo. Entre os acusados que esperam sentença ainda nesta quinta-feira, estão quatro ex-ocupantes de altos cargos da Sanlu, entre eles a antiga presidente Tian Wenhua.

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