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Cientistas estudam as estrelas para conhecer mais da história do universo

Estudiosos planejam apresentar, em 2015, o resultado de duas pesquisas que abordam o espaço de uma forma comparativa e detalhada

Efe,

09 de abril de 2012 | 14h03

Cientistas do México e dos Estados Unidos planejam apresentar em 2015 o resultado de duas pesquisas que podem permitir conhecer mais a história do universo investigando a das estrelas "de forma comparativa e detalhada".

"Com o Grande Telescópio Milimétrico (GTM) conheceremos a história das estrelas no sistema solar, na galáxia próxima, na distante e na mais distante, de uma forma comparativa e detalhada", disse neste domingo à Agência Efe o diretor do Instituto Nacional de Astrofísica, Óptica e Eletrônica (INAOE), Alberto Carramiñana Alonso.

Desde o vulcão da Sierra Negra, que fica entre os estados mexicanos de Puebla e Veracruz, 170 cientistas documentam desde 2008 a vida do universo com o GTM e desde o Observatório de Raios Gama High Altitude Water Cherenkov (HAWC, na sigla em inglês).

Este observatório permite monitorar durante as 24 horas do dia fontes celestiais emissoras de raios gama que estejam a menos de 45 graus do apogeu.

Carramiñana sustentou que os trabalhos foram organizados em duas linhas: uma primeira que na qual 20 cientistas analisam como foram formando-se estrelas quando o universo tinha poucos elementos pesados e outra na qual 150 analistas tentam criar um mapa de dois terços da abóbada celeste observada como se vê utilizando raios gama.

"Os dois projetos seriam entregues à comunidade científica mundial em 2015, quando tenham concluído", garantiu o diretor do INAOE.

O observatório está situado no vulcão Sierra Negra, a cerca de 4.581 metros de altura, e conta com seis unidades de pesquisa para documentar a história da formação estelar.

Além disso, o centro científico permite captar a luminosidade da atmosfera, medir as explosões de raios gama, construir microcircuitos e averiguar a vida de um vulcão. 

 

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