Com semana extra, campanha contra rubéola vacina 58 milhões

Dado representa 85% da população; ministério da Saúde recomenda ainda que 11 prorroguem a vacinação

da Redação,

19 de setembro de 2008 | 15h16

O Brasil bateu recorde histórico, vacinando cerca de 58 milhões de pessoas durante a campanha contra a rubéola, iniciada no dia 9 de agosto, em todo o País. O dado representa 85% de cobertura até esta sexta-feira, 19, e supera os 52 milhões de pessoas imunizadas no decorrer da campanha contra o sarampo em 1992, que até então constava como a maior vacinação já feita no Brasil.   Veja também: Saúde recomenda prorrogar vacinação em 11 Estados Vacinação contra rubéola esvazia bancos de sangue   Mesmo com essa marca expressiva, no dia de encerramento oficial da campanha, sexta-feira passada, 12, ainda faltava vacinar cerca de 16,6 milhões de brasileiros, a maioria homens. Por conta disso, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, havia recomendado a 11 Estados prorrogar a campanha por mais uma semana, até esta sexta. Os Estados têm autonomia para dar continuidade à campanha.   São Paulo   Cerca de 43 cidades do Estado de São Paulo vão promover um mutirão de vacinação contra a rubéola para tentar atingir os 95% de cobertura da população entre 20 e 39 anos de idade previstos pela campanha.   O mutirão será feito em locais de grande circulação de pessoas, como terminais rodoviários e cinemas, mas a data dos mutirões ainda não foi divulgada pela Secretaria de Saúde.   Nessas cidades, incluindo a capital e outras como Campinas, Santos, São José dos Campos, Diadema, Sorocaba, Guarulhos, Ribeirão Preto, moram cerca de 90% dos 2,9 milhões de paulistas que ainda precisam ser imunizados contra a doença. O objetivo é acertar estratégias para ampliar a adesão das pessoas à campanha.   O trabalho envolverá, por exemplo, a mobilização de equipes para promover a vacinação em empresas e universidades, além da instalação de postos volantes em locais de grande circulação de pessoas, como ginásios esportivos, estádios, cinemas e zonas de comércio, funcionando em horários alternativos e em finais de semana.   (Com Solange Spigliatti, do estadao.com.br)

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